Discreto, mas admirado por quem o conhece, o priolo tornou-se um símbolo da perseverança açoriana. Neste Natal, se procura um presente com verdadeiro significado, transforme o seu gesto num tributo à resiliência: apoie a campanha “Dê um azevinho ao priolo” e ofereça esperança a alguém especial.

 

Em 2005, o priolo enfrentava um momento crítico. Esta pequena ave castanha, outrora vista como “praga” e perseguida, viu depois o seu mundo encolher com a perda da floresta de laurissilva, substituída por plantas invasoras. O seu habitat, o seu alimento, a sua sobrevivência… tudo parecia desaparecer.

 

Mas a história não acaba aqui — porque centenas de pessoas não desistiram. Nas últimas duas décadas, liderámos um esforço contínuo no terreno para recuperar a floresta nativa, restaurar o equilíbrio da serra e devolver um futuro a esta espécie única. E conseguimos: hoje, São Miguel acolhe uma população estável de cerca de 1000 priolos, celebrada pelas comunidades de Nordeste e Povoação com um orgulho contagiante.

 

Agora, temos uma nova oportunidade de continuar esta história de recuperação: adquirir terrenos junto a áreas que já restaurámos, onde queremos plantar azevinho e outras plantas nativas, essenciais como alimento e refúgio do priolo*.

Mas para aproveitar esta oportunidade, precisamos da sua ajuda.

 

Faça um donativo e ajude-nos a dar mais espaço ao priolo:

 

O presente perfeito

O seu contributo pode ser o início de mais um capítulo de resiliência.

 

E pode também ser o presente perfeito: ao doar, receberá um cartão digital que pode imprimir ou enviar por email ou WhatsApp, oferecendo-o àquela pessoa que nunca desiste — tal como o priolo e aqueles que por ele têm lutado.

 

Multiplique o seu impacto

Se já contribuiu, muito obrigado. Pode multiplicar o seu impacto ajudando-nos a chegar ainda mais longe: partilhe esta campanha com amigos e familiares pelo WhatsApp. Cada pessoa a quem enviar pode significar mais um azevinho a crescer na serra.

 

Obrigado por ajudar o priolo a reconquistar o seu lar. Juntos, podemos fazer crescer mais azevinhos na serra — e mais esperança no futuro.